
Blog - Complexo Médico Provida
Otorrinolaringologista do Provida realizou o primeiro implante coclear bilateral na região
Procedimento inovador realizado pela Dra. Thayná Furtado no Complexo Médico Provida.
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Otorrinolaringologista|CRM-SC 25243·RQE 23522
Thayná Ferreira Furtado Pereira é otorrinolaringologista com atuação em otologia e otoneurologia. Consulta no Complexo Médico Provida, em Tubarão, e recebe pacientes de todo o estado de Santa Catarina.
Ambiente cirúrgico e tecnologia



“A audição é o meu sentido.”
A saúde auditiva pede técnica atualizada e precisão. Na prática clínica e cirúrgica, a proposta é combinar rigor científico com tempo de escuta — para que cada pessoa entenda o plano de cuidado com clareza.
Atendimento a crianças, adultos e idosos, com avaliação individualizada. Em cada consulta: ciência, tecnologia e acolhimento — sem pressa e com explicações em linguagem acessível.
Atendimento humanizado
Microcirurgia otológica de alta precisão
Compromisso com excelência

Medicina
UNISUL, Tubarão/SC
2017
Residência em ORL
Hospital CEMA, São Paulo/SP
2022
Fellow em OtoNeurologia
Unicamp, Campinas/SP
2023
Fellow em Otologia
Unicamp, Campinas/SP
2024
CRM-SC
CRM-SC 25243
RQE
RQE 23522
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Cuidar da sua audição é investir em saúde, comunicação e qualidade de vida.
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Agende sua consultaReferência no sul do estado para condições complexas do ouvido médio, interno e nervo facial. Selecione uma especialidade para ver os detalhes.
Especialidade
Solução avançada para casos de perda auditiva severa a profunda.
Condições atendidas
Quando buscar avaliação
Se você ou seu filho já usa aparelho auditivo sem benefício satisfatório, agende uma avaliação. A elegibilidade para implante coclear é definida após investigação detalhada.

Blog - Complexo Médico Provida
Procedimento inovador realizado pela Dra. Thayná Furtado no Complexo Médico Provida.
Acessar matériaConteúdos em linguagem clara — expanda cada tema para ler no seu ritmo.
Visão clínica e humana sobre presbiacusia e impacto na qualidade de vida, da compreensão dos sinais ao cuidado continuado.
Mudanças na audição costumam ser lentas — por isso passam despercebidas por um tempo. Reparar com cuidado (volume alto demais, pedidos de repetição, dificuldade no restaurante) não é julgamento: é o primeiro passo para acolher a pessoa e buscar orientação com dignidade.
No início, o que aparece são detalhes: confundir palavras parecidas, aliviar conversas em grupo, ouvir menos bem quando há ruído de fundo. Muitas vezes a família interpreta como distração ou ‘teimosia’. Na prática, são pistas sensoriais — merecem escuta atenta, não cobrança.
Entender a fala em meio a ruído exige trabalho cognitivo extra. Com o tempo, isso cansa: a pessoa evita ligações, jantares e roda de conversa. O isolamento não é ‘opcional’ — costuma ser uma proteção diante do esgotamento de escuta. Reconhecer isso muda o clima em casa.
Mal-entendidos frequentes geram atrito; pedidos de repetição podem ser vividos como constrangimento. A pessoa pode se calar para não ‘incomodar’ — e a família pode elevar o tom sem perceber. Tratar a audição é também restaurar respeito mútuo e presença afetiva no cotidiano.
Há evidências de associação entre perda auditiva e maior carga cognitiva no dia a dia, além de discussões clínicas sobre risco e estratégias de manejo. Ouvir melhor facilita estimulação social e linguagem — pilares para clareza mental e participação. A conduta individualizada é sempre com profissional habilitado.
Volume da TV ou do rádio elevado; dificuldade com vozes finas; sensação de ouvir mas não entender; irritação ou cansaço após conversas longas; queixa de zumbido associada à queda de compreensão. São indicadores para avaliação — não substituem exame, mas justificam buscar otorrino/audiologia.
Quanto antes a perda é caracterizada, mais cedo se reduz esforço de escuta, se ajustam expectativas e se escolhem recursos adequados (quando indicados). Postergar costuma aumentar isolamento e conflito familiar — enquanto um plano precoce preserva autonomia e rotina social com mais leveza.
Atribuir tudo à idade sem investigar pode adiar uma solução simples e segura. Acionar avaliação não é dramatizar — é cuidar com maturidade: conversar com respeito, oferecer companhia na consulta e evitar críticas à capacidade de ouvir. O melhor apoio é prático e gentil.
Agende uma avaliação para conversarmos sobre sua audição com tranquilidade e base técnica.
Inflamação ou infecção do ouvido em crianças e adultos: tipos, sintomas, sinais de alerta, tratamento e cuidados práticos do dia a dia.
Otite é uma inflamação ou infecção no ouvido. Ela pode atingir o ouvido externo, o ouvido médio ou o ouvido interno — e acontece tanto em crianças quanto em adultos, embora seja mais comum na infância. Entender em que parte do ouvido o problema está ajuda a escolher o cuidado adequado.
Em crianças, a otite surge com mais frequência porque a anatomia do ouvido favorece o acúmulo de secreções e facilita infecções. Em adultos, costuma vir depois de resfriados, sinusite, alergias, exposição à água, uso de objetos no ouvido, contato com fumaça ou por alterações na própria estrutura do ouvido. Identificar o gatilho ajuda a prevenir novas crises.
Os sinais que merecem atenção são dor de ouvido, sensação de ouvido tampado, febre, diminuição da audição, zumbido, saída de secreção e tontura ou desequilíbrio. Em crianças pequenas, que nem sempre conseguem descrever a dor, a irritabilidade costuma ser uma pista importante de que algo no ouvido não está bem.
A otite externa afeta a parte de fora do ouvido e é comum após contato com água ou limpeza inadequada. A otite média ocorre atrás do tímpano e é uma das formas mais frequentes, especialmente em crianças. Já a otite interna pode causar tontura importante, enjoo e dificuldade de equilíbrio — exigindo avaliação cuidadosa.
Quando a otite reaparece várias vezes, fala-se em otite de repetição. Essa situação merece avaliação médica, porque pode estar associada a infecções recorrentes, alergias, alterações anatômicas, baixa imunidade ou exposição constante à fumaça. Mapear a causa de fundo é o que muda a história do quadro.
Procure um médico se houver dor forte, febre alta, secreção no ouvido, perda de audição, tontura, sintomas que durem mais de dois dias ou crises repetidas de otite. Esses sinais não devem ser deixados para depois — avaliação precoce evita complicações e abrevia o desconforto.
O tratamento depende da causa e do tipo de otite. Pode incluir analgésicos para aliviar a dor, antibióticos quando há infecção bacteriana, antifúngicos quando a causa é fungo, além de cuidados locais e acompanhamento com otorrino. Em situações específicas, pode ser indicada cirurgia ou colocação de tubo de ventilação.
Não use gotas ou remédios por conta própria, evite colocar cotonete ou qualquer objeto dentro do ouvido, trate resfriados e alergias adequadamente, reduza a exposição à fumaça e procure acompanhamento se as otites forem frequentes. Pequenos cuidados consistentes fazem grande diferença na prevenção.
Se há dor, secreção ou crises repetidas de otite, procure avaliação otorrinolaringológica — o cuidado certo no momento certo evita complicações.
Indicação, benefícios em todas as idades, cuidados com esportes, ressonância magnética e o papel do acompanhamento clínico contínuo.
O implante coclear é indicado para pessoas com perda auditiva neurossensorial severa ou profunda que já não obtêm bom resultado com aparelhos auditivos comuns. A indicação é sempre feita pelo otorrinolaringologista, após avaliação clínica e exames específicos — não é decisão isolada, mas tomada em conjunto com a equipe que conhece o caso.
As principais situações que podem motivar a indicação do implante incluem perda auditiva congênita ou hereditária, presbiacusia (perda relacionada à idade), sequelas de infecções como meningite, traumas que afetem a audição, uso de medicamentos que lesam a cóclea e outras perdas severas ou profundas em que os aparelhos auditivos já não trazem benefício suficiente.
O implante coclear pode trazer benefícios importantes para crianças, adultos e idosos, ajudando na comunicação, na qualidade de vida e no convívio social. Em geral, não existe idade máxima para o procedimento — o que importa é a avaliação da saúde geral e a indicação correta para cada caso.
Quem tem implante coclear também pode ter uma vida ativa. A maioria dos esportes é permitida, desde que haja cuidado com impacto, suor e umidade. Em atividades como academia, futebol ou natação, pode ser necessário usar proteção, retirar a parte externa do dispositivo ou seguir orientações específicas do fabricante e do médico — o objetivo é praticar com segurança, não restringir.
Uma dúvida comum é sobre ressonância magnética. A resposta depende do modelo do implante: alguns aparelhos são compatíveis com o exame, outros exigem cuidados especiais ou pedem exames alternativos. Antes de qualquer ressonância, informe à equipe que você usa implante coclear e leve a orientação do seu otorrino.
Procure seu médico se houver dúvidas sobre adaptação, esportes, exames de imagem ou se a audição não estiver evoluindo como o esperado. O acompanhamento correto é o que faz o implante funcionar bem, com segurança e com o melhor resultado possível ao longo do tempo.
Em dúvida se o implante coclear é uma opção? Agende avaliação com otorrinolaringologista para uma orientação individualizada e segura.
Tire as principais dúvidas sobre a consulta e os cuidados em otorrinolaringologia. Não encontrou o que procurava? Fale conosco.
Procure avaliação diante de sintomas como perda auditiva, zumbido, tontura ou vertigem, dor e infecções de ouvido, obstrução nasal, sinusite e rinite de repetição, rouquidão persistente, dor de garganta frequente, ronco e apneia do sono. Quanto antes a causa é identificada, mais simples costuma ser o cuidado.
A otoneurologia é a subespecialidade que cuida do equilíbrio e da audição na interface entre o ouvido e o sistema nervoso. É indicada principalmente em casos de tontura, vertigem, labirintite, zumbido e perda auditiva, com investigação detalhada da origem do sintoma.
Na maioria dos casos, sim. Tontura e vertigem têm várias causas possíveis, e o tratamento depende do diagnóstico correto após avaliação clínica e, quando necessário, exames específicos. O plano de cuidado é definido de forma individualizada na consulta.
A consulta inclui conversa sobre seus sintomas e histórico, além do exame de ouvido, nariz e garganta. Quando necessário, podem ser solicitados exames complementares, como audiometria, impedanciometria e exames de imagem, para apoiar o diagnóstico.
Sim. O atendimento contempla crianças, adultos e idosos, com avaliação adequada a cada faixa etária — incluindo queixas comuns na infância, como otites, amígdalas e adenoides.
Sim. O consultório fica em Tubarão/SC, no Complexo Médico Provida, e recebe pacientes de todo o estado de Santa Catarina.
Para informações atualizadas sobre convênios atendidos, valores e formas de pagamento, entre em contato pelos canais de telefone, WhatsApp ou e-mail. A equipe responde com as condições vigentes.
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